Um operador em treinamento deverá ser supervisionado por outro operador mais experiente e devidamente qualificado. Poderá ser também acompanhado pelo superior imediato. Porém, como está sob condição de capacitação e treinamento, em tese está sujeito a erros, assim sua produção deverá ser validada pelo operador que o acompanha ou por seu superior. A evidência desta ação deve ser observada com a indicação de quem liberou a produção, nos registros de inspeção. Quando for considerado apto, o treinando poderá passar a assinar sozinho a liberação do que produz. Estas ações caracterizam segurança no processo de capacitação e preserva a qualidade em todas as suas etapas.


